sábado, 1 de outubro de 2016

Outubro Rosa 2016

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O câncer de mama é o segundo mais incidente entre as mulheres, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Segundo dados do Ministério da Saúde e Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), essa neoplasia responde por 25% dos casos novos a cada ano. Só em 2016, são esperadas 57.960 ocorrências em todo o país. Entretanto, se for descoberto no começo, o tratamento para o câncer de mama é mais eficaz, podendo evitar terapias mais agressivas e reduzir a mortalidade.
Para reforçar junto à população a importância das ações de controle do câncer de mama, anualmente é realizada a campanha Outubro Rosa, que conta com o apoio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Em 2016, o tema escolhido é “Câncer de mama: vamos falar sobre isso?”. O objetivo é fortalecer as recomendações do Ministério da Saúde para o rastreamento e o diagnóstico precoce e desmistificar conceitos em relação à doença.

sábado, 17 de setembro de 2016

"Era uma vez uma história de uma filha E de um Pai."

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Era uma vez uma história de uma filha
E de um Pai.
E um imenso abismo cortando bem ao meio da história. Tão grande e profundo que separava o pai da filha e a filha, do pai.
Ninguém nunca soube quando e por que o abismo cortou ao meio esta história.
Mas isso não importa. Como eu já disse, essa é a história de uma filha e de um pai. O abismo apenas cortou ao meio a história.
 Apesar de separados há muito tempo, tanto o pai como a filha queriam se ver.
 Mas seus olhos não alcançavam um ao outro. Só restava então, para eles, enxergar com os olhos da imaginação.
 O pai imaginava a filha já crescida, sorrindo linda. A filha imaginava o pai forte, sorrindo de braços abertos
O pai e a filha sonhavam separados como seria estarem juntos novamente: O abraço que dariam, a música que dançariam e todas as coisas guardadas que iriam dizer um ao outro. Coisas guardadas em todo esse tempo de abismo.
 O pai sempre gritava. A filha sempre repetia.
 Era um tal de um chamar pelo outro... Mas eles nunca conseguiam se ouvir. O abismo impedia.
Tudo terminava sempre igual. E sem conseguirem se entender, eles choravam, lágrimas de amor perdido.
O pai passava a maior parte do tempo construindo pontes que, no final, caiam no abismo.
A filha passava a maior parte do tempo treinando saltos à distância para saltar o abismo, mas o máximo que conseguia era tropeçar, cair e se machucar.
 O pai tinha medo do abismo. A filha tinha medo do abismo também.
  O pai e a filha passavam dias seguidos, noites inteiras, olhando para o fundo do abismo, imaginando os monstros terríveis e fantasmas assustadores que podiam morar lá em baixo. Talvez alguns crocodilos, cobras e lagartos.
 Com o passar do tempo, o pai desistiu de construir pontes que caiam e a filha desistiu de treinar saltos que mais eram pulinhos.
O pai e a filha agora suspiravam, desanimados, à beira do abismo. Vencidos por ele. Era de dar dó...
 Uma história desta terminar cortada bem no meio. Ah, que dó... Que tristeza... Que abismo!!!
 Mas espera aí! Filha e pai separados, abismo à parte, esta é a história de uma filha e de um pai.
O abismo apenas cortou a história ao meio.
Então, o suspiro de desânimo se fez inspiração e coragem para enfrentar todos os perigos do fundo do abismo.
 Pai e filha saltaram sorrindo, mergulhando de braços abertos nas profundezas do abismo.
 E lá no fundo, finalmente, se encontraram sem monstros nem lagartos.
  Encontraram sim, meia dúzia de histórias perdidas, outras dez não terminadas, quatro lembranças que pareciam esquecidas, cinco palavras engasgadas.
E um pedido. Um único pedido. Um pedido de amor.
 E juntando estas coisas, fizeram um longo fio dourado do passado, presente e futuro que os ajudou a escalar o abismo.
  Enfim, pronta esta história, costurada na medida certa, ficou assim:
Era uma vez uma filha e um pai. O pai da filha, a filha do pai. Alfaiates de suas próprias vidas.
 Fim. FIM?

Nota: não sei a autoria

domingo, 31 de julho de 2016

Bendirei ao Senhor, Meu Deus

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Bendirei ao Senhor, Meu Deus
Porque sua benignidade é melhor que a vida, os meus lábios te louvarão
Assim eu te bendirei enquanto viver; em teu nome levantarei as minhas mãos
Quando me lembrar de ti em minha cama, e meditar em ti nas vigílias da noite
Porque tu tens sido o meu auxílio; e, então à sombra das tuas asas me regozijarei
A minha alma te segue de perto; a tua destra me sustenta.



domingo, 26 de junho de 2016

Festas Juninas



Amuuu festas juninas...
As devoções aos Santos... a alegria de celebrar a colheita e as comidas típicas...

As festas juninas homenageiam três santos católicos: Santo Antônio (no dia 13 de junho), São João Batista (dia 24) e São Pedro (dia 29). No entanto, a origem das comemorações nessa época do ano é anterior à era cristã. No hemisfério norte, várias celebrações pagãs aconteciam durante o solstício de verão. Essa importante data astronômica marca o dia mais longo e a noite mais curta do ano, o que ocorre nos dias 21 ou 22 de junho no hemisfério norte. Diversos povos da Antiguidade, como os celtas e os egípcios, aproveitavam a ocasião para organizar rituais em que pediam fartura nas colheitas. "Na Europa, os cultos à fertilidade em junho foram reproduzidos até por volta do século 10. Como a igreja não conseguia combatê-los, decidiu cristianizá-los, instituindo dias de homenagens aos três santos no mesmo mês"
A fogueira já estava presente nas celebrações juninas feitas por pagãos e indígenas, mas também ganhou uma explicação cristã: Santa Isabel (mãe de São João Batista) disse à Virgem Maria (mãe de Jesus) que quando São João nascesse acenderia uma fogueira para avisá-la. Maria viu as chamas de longe e foi visitar a criança recém-nascida.
Os três santos homenageados em junho - Santo Antônio, São João Batista e São Pedro - inspiram não só novenas e rezas, como também várias simpatias. Acredita-se, por exemplo, que os balões levam pedidos para São João. Mas Santo Antônio é o mais requisitado, por seu "poder" de casar moças solteiras.
A comida típica das festas é quase toda à base de grãos e raízes que nossos índios cultivavam, como milho, amendoim, batata-doce e mandioca. A colonização portuguesa adicionou novos ingredientes e hoje o cardápio ideal tem milho verde, bolo de fubá, pé-de-moleque, quentão, pipoca e outras gostosuras.